Vitória 0 x 0 Coritiba
Vitória e Coritiba entraram em campo na noite desta quarta-feira em partida válida pelas quartas-de-final da Copa do Brasil. Em um jogo movimentado, principalmente na segunda etapa, Coxa e Leão da Barra ficaram no empate em 0 a 0. Com o resultado, um novo empate sem gols no Estádio Couto Pereira, na próxima quarta-feira (23) leva a decisão para os pênaltis. Uma vitória simples, por 1 a 0 ou um gol de diferença, dá a classificação para o Coritiba.
Placar fechado na primeira etapa
A partida começou movimentada com o Vitória procurando abrir o placar logo nos primeiros minutos. Aos cinco minutos, cruzamento da direita e Tartá sozinho na área bate pro gol. Eltinho afasta o perigo. Na sequência, bola alçada na área coxa-branca, Rodrigo desvia de cabeça e a bola passa perto da meta de Vanderlei. O Coxa marca bem o Leão da Barra, mas pouco sai pro jogo nesse início de partida.
Aos 18 minutos o primeiro bom lance do Coritiba. A zaga do Vitória sai jogando errado e, Everton Ribeiro rouba a bola na intermediária, avança até a linha de fundo, dribla o goleiro, mas finaliza em cima da zaga rubro-negra. O Coxa melhora na partida e passa a sair pro jogo. Aos 27, Everton Ribeiro recebe boa bola na intermediária e bate pro gol. Douglas faz grande defesa e evita o primeiro gol coxa-branca.
Aos 36, bola cruzada na área do Vitória, Everton Ribeiro recebe na entrada da área, domina e bate pro gol. Douglas faz boa defesa. Aos 41, bola na área coxa-branca e Rodrigo aparece sozinho na área e desvia de cabeça. A bola passa perto do goleiro Vanderlei.
Em nova casa, Palmeiras tenta confirmar vaga contra o Paraná
De volta à Arena Barueri depois de mais de seis meses, o Palmeiras tenta confirmar o favoritismo e avançar na Copa do Brasil nesta quarta-feira, contra o Paraná, às 22h (horário de Brasília). Já os paranistas, que disputam a segunda divisão estadual, tentam reverter o quadro que se mostra todo favorável ao Palmeiras.
Após a boa vitória por 2 a 1 no jogo de ida, que deu um tempo na crise que ameaçava o Palestra Itália, o time alviverde teve duas semanas só de treinos para se preparar para a partida de volta. Com o tempo livre, o técnico Luiz Felipe Scolari pôde recuperar alguns jogadores e terá praticamente todo o elenco à disposição.
O último jogo do Palmeiras em Barueri foi em novembro do ano passado, uma derrota por 2 a 0 para o Coritiba, pelo Campeonato Brasileiro. Mas, insatisfeito com o Pacaembu, Felipão solicitou que a diretoria transferisse seus jogos do estádio municipal – de acordo com o técnico, local mais identificado com o rival Corinthians. Além do duelo contra o Paraná, o Palmeiras já confirmou a mudança de seis jogos do Brasileirão para a Arena.
Na “nova” casa, o Palmeiras deverá ter os reforços de Artur, Maikon Leite, Felipe e Marcos Assunção, e o zagueiro Thiago Heleno também pode ser novidade. Como o Verdão pode até perder por 1 a 0 para se garantir na próxima fase, o clima é mais tranquilo na Academia de Futebol. A eliminação no Campeonato Paulista para o Guarani só será remediada com uma boa atuação contra o Paraná. Se passar, o Palmeiras pega Cruzeiro ou Atlético-PR nas quartas de final.
O Paraná entra em campo contra o Palmeiras em meio a uma verdadeira maratona de jogos. Para não gerar conflitos entre datas da Série Prata do Paranaense e da Copa do Brasil, alguns jogos do Tricolor pelo estadual foram antecipados, gerando uma média de um compromisso a cada dois dias.
Para a sequência desgastante, o técnico Ricardinho optou por revezar o elenco durante as competições. Quem participou do último jogo contra o Cascavel voltou para Curitiba. O restante da equipe embarcou para decidir a vaga contra o clube paulista.
A estratégia tem dado certo. O Paraná venceu os três jogos que disputou pelo torneio regional e segue com 100% de aproveitamento. Contudo, como precisa vencer por dois gols de diferença para chegar quartas de final, Ricardinho adotou a tática de manter em segredo o possível time que entra em campo, para evitar que Felipão busque informações para o duelo.
Escalações
Palmeiras: Em relação ao jogo de ida, Felipão deve promover apenas uma mudança. Luan está suspenso, e Maikon Leite tem grandes chances de começar jogando. O reforço Felipe, que voltou de empréstimo do Mogi Mirim, deve ser opção no banco de reservas. O time: Bruno, Cicinho, Maurício Ramos, Henrique e Juninho; Márcio Araújo, Marcos Assunção, João Vitor e Valdivia; Maikon Leite (Mazinho) e Barcos.
Paraná: apesar de manter o time em segredo, a tendência é que treinador mantenha a equipe que iniciou a Série Prata do Paranaense. A provável escalação do Paraná tem Luis Carlos; Paulo Henrique, André Vinícius, Alex Alves e Fernandinho; Cambará, Douglas Packer, Luisinho e Wendell; Douglas e Nilson.
Fonte: Globo Esporte
Brasil não tem hotéis suficientes para a Copa, diz IBGE
Segundo estudo, país dispõe de pouca oferta de estabelecimentos de luxo, que correspondem a 12,6% do total. Hóspedes mais exigentes terão de antecipar reservas.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indica que o Brasil não dispõe de hotéis suficientes para atender à demanda de turistas esperados para a Copa de 2014. A capacidade hoteleira do país está predominantemente concentrada nas capitais e regiões metropolitanas, com quase 75% da oferta nacional.
Os hóspedes mais exigentes terão de antecipar suas reservas se quiserem manter um alto padrão de conforto durante sua permanência no País durante o Copa do Mundo. De acordo com a pesquisa do IBGE, o Brasil dispõe de pouca oferta de estabelecimentos de luxo ou superior/muito confortável: apenas 12,6% do total.
Os classificados como médio e baixo conforto/qualidade correspondem a 87,4% do total, sendo 27,4% considerados turístico/médio conforto, 38,3% econômicos e 21,7% simples. Os apart-hotéis e flats concentram maior proporção de categorias luxo e superior/muito confortável (41,5%), seguidos pelos hotéis (19,8%), estes com uma maior proporção de estabelecimentos na categoria luxo (5,8%). Os estabelecimentos com padrões inferiores de conforto estão mais concentrados nas pensões de hospedagem, nos albergues turísticos e em outros tipos.
Também concentram-se nas capitais e seu entorno 76% das unidades habitacionais do país. Para os dois grandes eventos internacionais que o Brasil vai sediar - Copa e Olimpíada de 2016 - a oferta de hospedagem em residências está sendo apontada como alternativa à insuficiência de hotéis.
Quatro regiões metropolitanas respondem por 40,6% do total de estabelecimentos, 46,3% das unidades habitacionais e 44,2% da capacidade total de hóspedes. A Região Metropolitana de São Paulo registrou 1.323 estabelecimentos (17,7%), 68.858 unidades habitacionais (21,0%) e capacidade de 146.381 hóspedes (19,7%). Já a RM do Rio de Janeiro, detinha 609 estabelecimentos (8,1%), 38.565 unidades habitacionais (11,8%) e capacidade de 83.130 hóspedes (11,2%). Na RM de Belo Horizonte foram encontrados 589 estabelecimentos (7,9%), 21.809 unidades habitacionais (6,7%) e capacidade de 48.393 hóspedes (6 5%).
A maior concentração da rede hoteleira, porém, ocorreu principalmente em Fortaleza (CE), que detinha 76,5% dos estabelecimentos (280), 85,2% das unidades habitacionais (12.188) e 82,4% da capacidade total de hóspedes (28.987). No outro extremo encontrava-se Recife (PE), com 43,3% dos estabelecimentos (161), 48,4% das unidades habitacionais (7.216) e 45,6% da capacidade total de hóspedes (15.244). Excetuando-se o município da capital, a cidade com maior rede de hospedagem era Ipojuca (PE), que concentrava 25,3% dos estabelecimentos (94) localizados na região metropolitana de Recife.
A RM de Salvador concentrou 516 estabelecimentos (6,9%), 21.591 unidades habitacionais (6,6%) e capacidade de 50.158 hóspedes (6 8%) - p. 15 e 16.
Embora a RM de São Paulo registre o maior número de estabelecimentos de luxo e superior/muito confortável (174), a maior proporção está na RM do Rio de Janeiro, que concentra 18 2% dos estabelecimentos nesta categoria.
Fonte: Gazetadopovo.com
Capitão América 2 será o filme da Marvel mais próximo de Os Vingadores
Os Vingadores já estreou no Brasil, nos EUA e na Europa. Já lucrou incríveis $650 milhões de dólares em apenas 12 dias e tudo mais. Mas o Universo Marvel nos cinemas ainda é notícia.
Em entrevista ao CDHU, o produtor da Marvel Studios, Kevin Feige, comentou sobre as mudanças que Os Vingadores terá nos futuros filmes da Casa das Idéias. Segundo Feige, Capitão América 2 será o filme mais próximo do longa da super-equipe.
“Se nós fizermos Os Vingadores 2, será depois [de Homem de Ferro 3, Thor 2, Capitão América 2]. Eles precisam crescer, eles tem de mudar. O que eles passaram nesse filme vai impactar o estado mental deles e onde estarão em seus próximos filmes. Então seja lá pelo que eles passem nesses filmes, vai afetar onde eles se encontrarão no próximo filme dos Vingadores. Mas eu acho que as pessoas vão se surpreender ao ver, à medida que avançamos – principalmente em Homem de Ferro 3 – a noção de quão singular essas histórias podem se tornar. Homem de Ferro 3 é uma história muito singular de Tony Stark. Como será Thor 2. O Capitão, que está preso na era moderna sem amigos ou família, verá algumas revelações sobre quem ainda está vivo da sua época na Segunda Guerra Mundial, mas a SHIELD e Nick Fury ainda são tipo os seus confidentes no momento. Por isso, de todos esses filmes, Capitão América 2 será o mais próximo de Os Vingadores“, disse Feige.
Fonte: Super Novo.
Casas construídas pela Cohab têm problemas de estrutura em Curitiba
'A gente vai pagar 23 anos uma casa que está caindo?', questiona moradora.
Cohab admite problemas nas residências e diz que vai pagar reformas.
As 405 casas construídas pela Companhia de Habitação Popular (Cohab) de Curitiba, na Vila Osternack, apresentam sérios problemas de estruturas, como rachaduras e portas que não fecham. As unidades foram entregues aos moradores a menos de três anos e preocupa os moradores.
“Eu tenho medo de cair, desabar tudo. Mas fazer o quê? Se cair, simplesmente, a gente tem sair correndo”, desabafou a moradora Roseli Diniz. No quarto, onde dorme o filho, o forro cedeu. “Dão 23 anos para pagar. Como a gente vai pagar 23 anos uma casa que está caindo?”, questionou.
A Cohab admitiu os defeitos nas casas e informou que vai arcar com as despesas do conserto. Segundo a companhia, técnicos já estão no conjunto para fazer um levantamento dos problemas.
Na avaliação da moradora Elizângela Gonçalves, o sonho da casa própria é uma ilusão. “Eles falaram uma coisa, quando a gente se mudou para cá, já viu que era outra coisa. Para a gente é uma ilusão, né?!”.
Fonte: G1
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Dilma Rousseff bateu mais um recorde, atingindo o maior patamar para qualquer presidente com o mesmo tempo de mandato, de acordo com pesquisa Datafolha divulgada no jornal Folha de S.Paulo neste domingo.O governo Dilma é avaliado como ótimo ou bom por 64 por cento dos brasileiros, ante 59 por cento em janeiro deste ano, informou a pesquisa.
O resultado é o melhor da presidente desde sua posse, em janeiro de 2011, além de ser a maior aprovação presidencial com um ano e três meses de mandato em todas as pesquisas feitas até hoje pelo Datafolha.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tinha 38 por cento de aprovação a seu governo com o mesmo tempo no cargo em seu primeiro mandato, e 55 por cento com 15 meses de seu segundo mandato, segundo o jornal.
Na pesquisa divulgada neste domingo, 29 por cento disseram que Dilma faz um governo regular, enquanto cinco por cento consideram ruim ou péssimo. Em janeiro, essas taxas eram de 33 por cento e 6 por cento, respectivamente.
Apesar da aprovação recorde de Dilma, a maioria dos entrevistados disse que Lula deveria ser o candidato do PT a presidente na eleição de 2014, revelou a pesquisa.
Lula, que passou por tratamento contra um câncer na laringe diagnosticado em outubro do ano passado e foi informado pelo médicos em março que estava livre do tumor, foi o escolhido de 57 por cento dos entrevistados para disputar novamente o Planalto em 2014.
De acordo com a pesquisa, outros 32 por cento citaram Dilma, e para 6 por cento, nenhum dos dois deveria concorrer. Cinco por cento não souberam responder.
Pesquisa CNI/Ibope divulgada no início do mês já tinha colocado a aprovação pessoal a Dilma em seu patamar mais elevado desde que ela assumiu o cargo, com 77 por cento. A avaliação positiva do governo se manteve nos mesmos 56 por cento de dezembro naquela sondagem.
A pesquisa Datafolha foi realizada nos dias 18 e 19 de abril, com 2.588 pessoas em 161 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
A aprovação ao governo da presidente Dilma Rousseff bateu mais um recorde
Dilma Rousseff bateu mais um recorde, atingindo o maior patamar para qualquer presidente com o mesmo tempo de mandato, de acordo com pesquisa Datafolha divulgada no jornal Folha de S.Paulo neste domingo.
O governo Dilma é avaliado como ótimo ou bom por 64 por cento dos brasileiros, ante 59 por cento em janeiro deste ano, informou a pesquisa.
O resultado é o melhor da presidente desde sua posse, em janeiro de 2011, além de ser a maior aprovação presidencial com um ano e três meses de mandato em todas as pesquisas feitas até hoje pelo Datafolha.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tinha 38 por cento de aprovação a seu governo com o mesmo tempo no cargo em seu primeiro mandato, e 55 por cento com 15 meses de seu segundo mandato, segundo o jornal.
Na pesquisa divulgada neste domingo, 29 por cento disseram que Dilma faz um governo regular, enquanto 5 por cento consideram ruim ou péssimo. Em janeiro, essas taxas eram de 33 por cento e 6 por cento, respectivamente.
Apesar da aprovação recorde de Dilma, a maioria dos entrevistados disse que Lula deveria ser o candidato do PT a presidente na eleição de 2014, revelou a pesquisa.
Lula, que passou por tratamento contra um câncer na laringe diagnosticado em outubro do ano passado e foi informado pelos médicos em março que estava livre do tumor, foi o escolhido de 57 por cento dos entrevistados para disputar novamente o Planalto em 2014.
De acordo com a pesquisa, outros 32 por cento citaram Dilma, e para 6 por cento, nenhum dos dois deveria concorrer. Cinco por cento não souberam responder.
Pesquisa CNI/Ibope divulgada no início do mês já tinha colocado a aprovação pessoal a Dilma em seu patamar mais elevado desde que ela assumiu o cargo, com 77 por cento. A avaliação positiva do governo se manteve nos mesmos 56 por cento de dezembro naquela sondagem.
A pesquisa Datafolha foi realizada nos dias 18 e 19 de abril, com 2.588 pessoas em 161 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
Fonte: Reuters
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