EUA têm plano pronto para atacar o Irã, diz diplomata
Os planos dos EUA para um possível ataque contra o Irã estão prontos, e tal opção está "totalmente disponível", disse o embaixador norte-americano em Israel, Dan Shapiro, dias antes de Teerã retomar as negociações com potências mundiais acerca do seu programa nuclear.
A exemplo de Israel, os EUA dizem ver a força militar como último recurso para impedir que o Irã desenvolva armas nucleares. Teerã insiste no caráter pacífico do seu programa atômico.
"Seria preferível resolver isso diplomaticamente e por meio do uso da pressão em vez do uso da força militar", disse o embaixador Shapiro em declarações transmitidas na quinta-feira pela Rádio do Exército de Israel.
"Mas isso não significa que essa opção não esteja plenamente disponível -- não só disponível, como pronta. O planejamento necessário foi feito para garantir que esteja pronta", disse Shapiro. A rádio disse que ele fez as declarações na terça-feira.
EUA, Rússia, China, Grã-Bretanha, França e Alemanha têm usado sanções e negociações para tentar convencer o Irã a abandonar seu programa de enriquecimento de urânio, que pode ter finalidades civis ou militares. Uma nova rodada de negociações começou no mês passado em Istambul, e terá continuidade na quarta-feira que vem em Bagdá.
Fonte: Terra.
Kodak possuía reator e urânio enriquecido
A recém-falida Kodak, gigante do ramo de suprimentos para fotografia, possuía um pequeno reator nuclear e cerca de 1,5 kg de urânio enriquecido. O equipamento e o combustível foram mantidos em segredo até a companhia declarar a falência.
Fonte: Estadao.
Esquerda Democrática nega acordo para governo de coalizão na Grécia
Acordo havia sido anunciado informalmente por líder da extrema-esquerda.
País ainda tentar formar governo para evitar novas eleições legislativas.
A reunião neste domingo (13) entre o presidente da Grécia, Karolos Papoulias, e os líderes dos três principais partidos do país para tentar formar um governo de coalizão terminou em impasse.
As forças políticas têm prazo até terça-feira para formar um executivo, caso contrário, novas eleições devem ser marcadas para junho. Essa possibilidade preocupa a Europa e os mercados financeiros.
Papoulias encontrou-se com Antonis Samaras, do conservador Nova Democracia, Evangelos Venizelos, do socialista Pasok, e Alexis Tsipras, da frente de esquerda radical Syriza.
Após a reunião, Tsipras chegou a dizer que já teria sido fechado um acordo para formar um governo. O Syriza, que é contrário ao plano de austeridade imposto por União Europeia e FMI à Grécia, teria ficado de fora.
"Três partidos chegaram a um acordo-marco para um governo de dois anos, que vai aplicar o acordo de ajuda. Têm 168 deputados no novo Parlamento, têm a maioria", disse o esquerdista.
Aparentemente, ele se referia aos partidos Nova Democracia (conservador), Pasok (socialista) e Esquerda Democrática.
Mas o partido Esquerda Democrática desmentiu a versão e declarou que o anúncio de Tsipras é "uma vergonha, uma calúnia e uma mentira".
Nenhum dos três partidos que obtiveram os melhores resultados eleitorais conseguiu, ao longo da semana passada, formar um governo de coalizão.
Os resultados das eleições legislativas - com uma forte alta do Syriza e a entrada dos neonazistas no Parlamento - preocuparam seriamente a Europa e os mercados financeiros.
Os partidos tradicionais, Pasok e Nova Democracia, ambos europeístas e favoráveis ao draconiamo plano de austeridade imposto à Grécia em troca de ajuda financeira, não somaram assentos suficientes para obter a maioria no Parlamento.
A maior parte dos demais partidos, incluindo a esquerda radical Syriza, se opõe de maneira taxativa à austeridade e não negocia.
As pesquisas mostram a balança do poder pendendo ainda mais na direção dos contrários ao pacote de auxílio, uma postura dividida entre vários pequenos partidos, mas que agora parece estar se concentrando em Tsipiras, um ex-líder estudantil comunista de 37 anos de idade.
Se houver nova eleição, o Syriza deve terminar na primeira posição.
Se o próximo governo rejeitar o pacote, autoridades da UE dizem que será o fim dos empréstimos que Atenas precisa para evitar a moratória e a sua possível saída da zona do euro.
Pesquisas mostram que a grande maioria dos gregos rejeita o pacote, mas quer manter o euro como moeda.
Cerca de 78,1%o dos cidadãos pedem que o próximo governo faça o possível para manter o país com a moeda, mostrou uma pesquisa da Kappa Research para o jornal To Vima.
Ministros das Finanças
Os ministros das Finanças da Zona do Euro se reúnem nesta segunda-feira para discutir, entre outros, os crescentes problemas observados na Grécia para formar o governo e também o saneamento do setor financeiro espanhol.
Fonte: BBC Brasil
Artista cria 'muro da paz' que divide ricos e pobres

A poucos passos de onde no passado o muro de Berlim dividia o leste comunista do oeste capitalista da cidade, uma artista da Macedônia construiu uma nova barreira, desta vez para separar os ricos dos pobres.
O muro preto de pedras de Nada Prlja, chamado "Muro da Paz", tem 12 metros de comprimento e 5 metros de altura e corta a avenida central Friedrichstrasse, ao sul de Checkpoint Charlie, um famoso ex-posto fronteiriço da Guerra Fria e hoje uma grande atração turística.
"O novo muro enfatiza a diferença entre a Friedrichstrasse superior --caracterizada por lojas elegantes e apartamentos caros-- e a parte pobre do sul da via que segue para o bairro multiétnico de Kreuzberg", disse Denhardt von Harling, porta-voz da Bienal de Arte de Berlim.
O Muro da Paz faz parte da Bienal, que este ano concentra-se na arte política, e vai ficar erguido por dois meses.
A instalação de arte destina-se a contestar o enobrecimento urbano em curso na área ao longo dos últimos anos e destacar a enorme disparidade de riqueza.
A avenida de 3,3 quilômetros passa pelo coração do centro reconstruído da cidade de Berlim. Um pouco além do local da antiga parede, prédios de escritórios de vidros reluzentes dão lugar a habitações sociais dos anos 1970, boutiques de luxo são substituídas por lojas de caridade e as multidões de turistas e funcionários de escritórios desaparecem.

A mudança repentina é estranha.
"Um muro é um símbolo de divisão, e é em si capaz de destacar as lacunas invisíveis", disse Prlja.
"'Quais são as principais causas de buracos em nossa sociedade?' perguntei a mim mesma", afirmou a artista, acrescentando que ela identificou segregação, pobreza e origens sociais.
O muro de Prlja causou reações diversas.
"Eu realmente não gosto disso", disse Younes Alkhatib, um barbeiro do "lado pobre" da Friedrichstrasse.
"Eu venho da Palestina e este muro me lembra do que aconteceu em Israel. Divisões sempre espalham uma mensagem negativa... Destacar as divisões não ajuda a resolvê-las."
Hawach Amim, outro palestino que trabalha no "lado pobre", disse que o muro o "faz pensar em um funeral".
"Quando eu olho para ele eu penso no antigo Muro de Berlim. Levantar muros torna as pessoas inimigas."
Prlja admite que sua instalação pode atiçar medos ao fazer as pessoas encararem a realidade, mas ela disse que quer que eles olhem para o "Muro da Paz" e lutem por seus direitos.
Há também elogios pelo seu trabalho.
"O muro é realmente uma boa ideia", disse Frank Wille, gerente de uma loja de caridade. "Isso realmente mostra o problema que temos experimentado na Friedrichstrasse por anos. A rua está visivelmente dividida. Esta arte temporal cumpriu a sua tarefa de ser ousada, provocadora e socialmente engajada."
Fonte: Folha.com
Capa da revista 'Time' causa polêmica ao mostrar mãe amamentando filho de 3 anos
A modelo fotografada é uma mãe de verdade que aparece fazendo algo rotineiro com seu filho: a alimentação de acordo com o conceito da "criança com apego", segundo o qual a criança que cria fortes laços emocionais já na infância terá mais facilidade em desenvolver relações seguras e estáveis na vida adulta.
Para Nancy Morbacher, da organização Breastfeeding USA (Aleitamento Materno EUA, em tradução livre), que incentiva a prática, a intenção do fotógrafo era fomentar a discussão através de uma imagem polêmica.
"O fotógrafo mesmo disse que seu objetivo era fazer uma imagem que fosse controversa ou polarizante e creio que ele conseguiu, porque nos Estados Unidos é incomum ver uma criança dessa idade sendo amamentada", afirmou.
"Isso deve provocar muitas opiniões conflitantes. Alguns dirão que está certo, outros que não concordam, mas é bom que se discuta. Creio ser interessante o que disse a modelo da foto: sua meta era mostrar que isso é normal e que queria ilustrar a prática com sua própria experiência, incluindo nesta idade, algo que em outros países não causaria polêmica alguma", acrescentou a especialista.
Atraso
Organizações como a Breastfeeding USA recomendam a todas as mães que amamentem seus filhos e promovam esta prática como uma normal cultural e biológica.
Mas o que causou, de fato, revolta entre as alas mais conservadoras da sociedade americana, foi a idade do menino que aparece na capa da Time e nas fotos da reportagem, em que a criança mais velha a ser amamentada no peito da mãe tem seis anos.
A polêmica lançada pela revista levou muitos americanos a se questionarem sobre a idade máxima recomendada para o aleitamento materno.
"Nenhuma organização de incentivo à amamentação recomenda uma idade máxima", disse Morbacher, acrescentando que a "American Academy Pediatric recomenda um período mínimo de um ano e um máximo de tanto como mãe e filho desejarem".
Ela disse ainda que a "Organização Mundial da Saúde recomenda um mínimo de dois anos e deixa claro que ninguém estipula um tempo máximo, porque enquanto se mantém amamentado, o bebê será mais saudável, sofrerá menos doenças e há taxa de mortalidade menor entre os que são amamentados, independente da idade".
Na verdade há muitas sociedades no resto do mundo em que a capa da Time não causaria tanto impacto, já que muitas crianças nestas culturas são amamentadas pelas mães até os quatro anos.
"Em algumas culturas o período é até maior. Por exemplo, para os inuits – ou esquimós - sete anos é normal. No Japão são cinco anos, e até mesmo na Holanda é normal amamentar as crianças por dois ou três anos. É um assunto cultural, e, como é de costume ocorrer, os EUA estão um pouco atrasados em relação ao resto do mundo".

Fonte: BBC
Bilionário brasileiro fundador do Facebook vive como playboy em Cingapura

O bilionário Eduardo Saverin, 30 anos, um dos fundadores da rede social Facebook, atualmente vive uma vida de luxo e gastança em Cingapura.
Saverin, que vem de uma rica família brasileira, possui uma fortuna estimada em R$ 3,8 bilhões (US$ 2 bilhões), boa parte dela devido a seu investimento inicial no Facebook, segundo a revista Forbes.
O empresário, que começou com uma participação de um terço na empresa, viu sua parte ser diluída para menos de 10% quando seu ex-amigo e também fundador do site Mark Zuckerberg começou a trazer outras pessoas para o empreendimento.
Hoje, depois da diluição e da venda de algumas de suas ações, sua participação é estimada em cerca de 2%.
Porém, estes 2% representam uma enorme fortuna. Com a entrada do Facebook na bolsa de valores esperada para o dia 18 deste mês, a companhia, hoje avaliada em R$ 151,9 bilhões (US$ 79,2 bilhões), poderá ver seu valor chegar a R$ 182,7 bilhões (US$ 95 bilhões).
Esta é uma das mais esperadas, e talvez a mais importante, entrada de uma empresa de Internet no mercado de ações desde o Google em 2004.
Vida de luxo
Hoje, Saverin tornou-se conhecido por sua vida de playboy em Cingapura. É comum vê-lo comprando caríssimas garrafas de champanhe nos clubes mais exclusivos na
companhia de lindas mulheres e outros bilionários.
Em agosto passado, ele foi visto festejando com dezenas de modelos na praia de St. Tropez, na França, e gastando R$ 96 mil (US$ 50 mil) em champanhe.
O empresário, que dirige um Bentley e vive em um apartamento num dos bairros mais ricos da cidade, também foi visto em Nikki Beach com três amigos e dezenas de mulheres bonitas bebendo champanhe Cristal na boca da garrafa e jogando a bebida uns sobre os outros. A conta do bar supostamente chegou a R$ 96 mil (US$ 50 mil).
O turbilhão de festas, amigos, mulheres bonitas e carros velozes parece ter deixado pouco tempo para o negócio. Uma exceção foi o investimento realizado na empresa Rachel K — uma marca de cosméticos administrada por Rachel Kum, ex-Miss Universo 2009, a quem Saverin ajuda como mentor. Ele também tem investindo no site de informações Qwiki e no serviço de pagamentos online Jumio.
Privacidade
Apesar de tanta badalação, o brasileiro preza pela sua privacidade. Ele comparece a poucos eventos públicos aos quais é convidado e raramente concede entrevistas.
Talvez seja por isso que ele escolheu Cingapura como local para morar, já que o país tem relativamente menos tabloides e “paparazzi” — jornalistas que seguem os ricos e famosos — do que os Estados Unidos e Europa. Aqueles que desejam falar com ele para tratar de negócios devem tentar se comunicar por meio de uma intrincada rede de contatos e amigos igualmente ricos.
Enquanto isso, o outro fundador do Facebook e também bilionário Mark Zuckerberg, 27 anos, leva uma vida discreta com sua namorada de longo prazo em Palo Alto, Califórnia. No ano passado, comprou seu primeiro imóvel.
Fonte: G1
Parlamento Árabe denuncia aumento de abusos a mulheres na Síria
O Parlamento Árabe denunciou nesta sexta-feira que os abusos a mulheres aumentaram na Síria desde o início da revolta contra o regime de Bashar al-Assad em março de 2011.
Segundo o relatório ao qual a agência EFE teve acesso, esta instância consultiva da Liga Árabe documentou pelo menos 25 casos de agressões sexuais contra mulheres em diferentes regiões do país.
O documento acusa principalmente os membros do Exército e das forças de segurança sírias pelos abusos, assim como os chamados "shabiha" (pistoleiros do regime).
"O fato de que os jovens tenham conseguido armas e controlem ruas e bairros inteiros lhes transformou em autoridade absoluta acima das mulheres", afirma o relatório.
O Parlamento Árabe lamenta que "na Síria a autoridade do Estado de direito esteja se perdendo e reine o poder das armas", o que obriga as mulheres a "se submeter a uma autoridade que não é controlada pela lei".
Além dos abusos, o texto indica um aumento geral das práticas que humilham as mulheres e dos riscos e responsabilidades que elas assumem.
Neste sentido, o relatório explica que ao participar das manifestações opositoras as mulheres correm o perigo de ser detidas, e como consequência da detenção ou morte dos homens da família devem ocupar o papel deles.
O relatório foi elaborado com investigações próprias desta instância da Liga Árabe, e recolhe também testemunhos de algumas vítimas feitos a vários meios de comunicação.
Este assunto será tratado pelo Parlamento Árabe em reunião na próxima terça-feira, 15 de maio, na qual analisarão a evolução do conflito na Síria, onde, segundo as Nações Unidas, morreram mais de 10 mil pessoas desde o início da revolta.
O Parlamento Árabe, criado em 2005, é um órgão de caráter consultivo que se encarrega de supervisionar a aplicação das resoluções das cúpulas árabes. Cada um dos 22 países-membros está representado por quatro parlamentares.
Fonte: Terra.
Presidente-executivo do Yahoo deixa cargo após acusação de mentira em currículo
O presidente-executivo do Yahoo, Scott Thompson, deixou o cargo em meio à acusações de ter fraudado seu currículo acadêmico incluindo entre as informações um falso diploma em ciências da computação.
A companhia californiana confirmou as informações de que Thompson deixou o cargo e será substituído por Ross Levinsohn, diretor global de imprensa do Yahoo.
A companhia também estaria próxima de fechar um acordo com o acionista Daniel Loeb, que descobriu a informação falsa no currículo de Thompson.
Loeb pressionou pela saída de Thompson e tem chances de ser apontado como um dos diretores do Yahoo.
A companhia californiana vai renovar seu quadro de diretores.
Cortes de gastos
O Yahoo já admitiu que Thompson, que tinha assumido o cargo de presidente-executivo em janeiro, não é formado em ciências da computação.
Thompson trabalhava como presidente da companhia de pagamentos online Paypal desde 2008, quando assumiu o cargo no Yahoo.
No Yahoo, Thompson substituiu Tim Morse, que estava no cargo temporariamente substituindo Carol Bartz, que foi demitida em setembro de 2011 depois de dois anos e meio no cargo.
Desde que se juntou ao Yahoo, Thompson vinha tentando cortar os gastos da companhia.
Parte desta operação envolve o corte de 2 mil funcionários, ou 14% da força de trabalho no Yahoo, para tentar economizar US$ 375 milhões por ano.
Fonte: BBC Brasil
Homem atira sapato em assassino norueguês durante julgamento
O irmão de uma das vítimas do assassino em massa norueguês Anders Behring Breivik atirou um sapato contra ele no tribunal nesta sexta-feira, na primeira vez que o julgamento que já dura semanas foi interrompido por uma manifestação do público.
"Vá para o inferno, vá para o inferno, você matou o meu irmão", gritou o homem da segunda fileira da galeria pública que atirou o sapato em Breivik a poucos metros de distância, de acordo com o jornal VG em seu site.
O sapato não pegou em Breivik, mas atingiu seu advogado, Vibeke Hein Baera, que estava sentado mais próximo da galeria pública, durante a apresentação de um relatório de autópsia.
A polícia descreveu o homem como irmão de uma das vítimas de Breivik, mas o nome não estava imediatamente disponível.
Algumas pessoas na sala do tribunal aplaudiram e falaram "finalmente", enquanto outros começaram a chorar. A pessoa que arremessou o sapato foi removida pela polícia. O contingente policial foi reforçado na corte após o incidente.
"Se alguém quiser jogar alguma coisa, pode jogar em mim quando estiver entrando ou saindo do tribunal," afirmou Breivik, segundo a imprensa local, após o incidente. "Não joguem coisas em meus advogados."
O incidente ocorreu durante uma semana de depoimentos angustiantes de sobreviventes do massacre de Breivik na pequena ilha de Utoeya, em julho do ano passado, onde o Partido Trabalhista realizava um acampamento de jovens. Ele matou 69 pessoas lá, muitos deles adolescentes.
"Nós consideramos isso como uma explosão espontânea emocional que aconteceu no tribunal," disse à Reuters Rune Bjoersvik, oficial encarregado das operações policiais no tribunal.
"Ele (o atirador de sapatos) estava presente no tribunal e tinha se preparado emocionalmente para estar lá, mas as emoções tomaram conta, o que é compreensível. Nós gostaríamos que não tivesse acontecido, mas não consideramos isso uma violação dramática da segurança."
Breivik admitiu os assassinatos, mas nega responsabilidade criminal. Ele diz que estava defendendo a pureza étnica norueguesa da imigração muçulmana e do multiculturalismo apoiado pelo Partido Trabalhista.
Antes do julgamento, uma equipe de psiquiatras nomeada pelo tribunal concluiu que Breivik era psicótico, enquanto uma segunda considerou-o mentalmente capaz.
Breivik disse que deveria ser absolvido ou executado, chamando a perspectiva de uma pena de prisão de "patética" e que uma decisão do tribunal alegando insanidade era "pior do que a morte".
Fonte: Estadao.
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